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Histograma – O que é e para que serve

07/01/2012
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O histograma é uma das ferramentas mais úteis que existe numa máquina fotográfica digital. Apesar disso é muitas vezes a ferramenta menos compreendida pelos utilizadores amadores. Neste artigo vou tentar explicar a informação que a câmara nos dá e como podemos utilizar essa informação da forma mais correcta.

Todas as câmaras digitais têm a capacidade de exibir o histograma da fotografia que foi tirada, no mínimo, no display da máquina, nem que seja quando estamos a fazer a revisão da mesma. Muitas das dSLR permitem que se veja em simultâneo a imagem e o histograma.

Quando estamos a fotografar é muito habitual depois de tirarmos as fotografias verificarmos no display como é que ficaram e caso seja possível corrigir alguma coisa que tenha ficado menos bem. Mas das coisas mais importantes que deveríamos verificar é o histograma e muitas das vezes (para não dizer, em alguns casos, na totalidade) nem para ele se olha.

O histograma não é mais do um gráfico que regista todos os níveis de brilho da cena, captados pela máquina, desde o mais escuro até ao mais claro. O eixo vertical dá-nos a quantidade de pontos com aquele brilho que podemos identificar na imagem.

Intervalos do histograma

Agora que começa a ser mais fácil compreender o histograma, este fornece-nos uma visão rápida da qualidade da exposição que a máquina está a fazer para aquela fotografia, mesmo sem sermos uns profissionais a ler o histograma e dizermos especificamente qual é a quantidade de pixeis com este ou aquele brilho.
Como é evidente, não existem nem bons nem maus histogramas (tirando os casos limites em que os valores estão todos encostados a um dos lados) já que eles apenas representam o que captamos com a máquina e cabe-nos depois a decidir o que fazer com aquela fotografia.

Nos três exemplos apresentados, o primeiro histograma apresenta uma grande concentração de pontos na zona mais á direita indicando uma fotografia onde uma boa parte está”estourada”, sobre-exposta. Mesmo sem vermos a fotografia sabemos desde logo que este registo, em princípio terá algum erro de exposição. No segundo exemplo temos exactamente a situação contrária, ou seja, um registo sub-exposto, devido à grande concentração de pontos no lado esquerdo e quase total ausência de pontos no intervalo médio do histograma. No terceiro exemplo, apesar de termos alguns pontos na zona mais escura do histograma, temos a grande maioria dos pontos espalhados pela zona intermédia do histograma, dando a entender que será uma fotografia com uma exposição muito mais equilibrada.

Espero que desta forma possam ter uma ideia mais correcta do que é o histograma e comecem a fazer uma maior utilização deste.

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